terça-feira, 2 de março de 2010
Dinheiro
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Caos na saúde
De acordo com funcionários, a quantidade de leitos e profissionais não é suficiente para atender a população.
Ao todo, existem cerca de 120 leitos no hospital. Na UTI, por exemplo, são apenas nove leitos, o que obriga os médicos a escolherem os doentes mais graves para ocuparem as vagas. O atual número de leitos é muito baixo para um hospital de urgência que precisa atender pacientes de uma média de 27 cidades, além de Mossoró. Mas esse não é o único problema. Há, também, uma quantidade insuficiente de profissionais para atender todas as ocorrências. E para se ter uma ideia do caos da saúde, a única ambulancia do hospital está quebrada há mais de duas semanas.
Para a diretoria do sindicato, é preciso lutar para mudar esta realidade. É preciso exigir do governo a realização de um grande concurso público para todas as áreas da saúde. Além disso, é necessário construir outro hospital. Ou pelo menos ampliar os já existentes. “Se quisermos atingir esse objetivo, a única saída é a greve.”, conclui Jussirene.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Deu na imprensa
De acordo com as deliberações da reunião, todos os servidores da saúde no município entram em greve a partir da próxima segunda-feira, 1º de março. "Nós vamos obedecer o percentual obrigatório por lei e manter 30% dos atendimentos. Além disso, até segunda-feira vamos visitar outras cidades como Apodi, Caraúbas e Assú para fortalecer ainda mais o movimento", diz João Morais.
Em Mossoró devem participar da greve cerca de dois mil servidores no HRTM, Hospital Rafael Fernandes, Laboratório Regional (Laren), Banco de Leite, Ursap, Unicat e Citopatologia. "Todos os servidores estão passando dificuldades, principalmente em relação às questões salariais. Vamos realizar um ato público no dia 1º de março, em frente ao HRTM", garantiu o presidente.
João Morais comentou ainda durante a assembleia que durante a reunião de terça-feira, realizada em Natal, os trabalhadores consideraram um descaso a ausência do secretário de Educação. "A reunião deveria ter sido com George Antunes e ele mandou um representante do setor de recursos humanos. Primeiro, nós consideramos isso um descaso. Segundo, ele não apresentou nenhuma proposta, apenas informou que o governo estava estudando a possibilidade de atender às reivindicações", contou João.
Os servidores solicitam a adequação do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos servidores e, consequentemente, o reajuste salarial de 45% referente há quatro anos sem aumento salarial para a categoria. "O representante que estava na reunião disse que não queria adiantar o percentual de reajuste que seria oferecido pelo governo porque ainda estão estudando o impacto que esse aumento irá surtir na folha salarial", explicou o representante do Sindisaúde.
Outro ponto da reunião que foi criticado é que mais uma vez o governo pediu paciência aos servidores. "Nós passamos quatro anos pedindo aumento e não fomos atendidos; agora não dá mais para ter paciência. Além disso, essa é a nossa última oportunidade de fazer grave, pois como este ano é eleitoral o aumento tem prazo limite para ser concedido", informou o presidente.
O governo tem até o dia 3 de julho para tomar qualquer medida em benefício dos servidores, como o aumento salarial. A partir deste prazo qualquer medida é inconstitucional. "Os deputados aprovaram a proposta do deputado Paulo Davim que era de R$ 40 milhões para o reajuste dos servidores, mas a governadora vetou. Mesmo assim, esse valor não seria suficiente para cobrir o aumento de 45% que estamos pedindo", disse.
Ele informou que os servidores ainda definirão a escala de greve para reunir o maior número de servidores, fortalecer o movimento e manter os 30% de atendimento. Além dos PCCS e do reajuste salarial, os servidores ainda reivindicam melhores condições de trabalho. Durante a reunião muitos servidores reclamaram que são obrigados a aguentar uma exaustiva carga horária de trabalho para tentar aumentar os vencimentos no fim do mês. "Temos que trabalhar em dobro para ganhar um pouco mais, além disso estamos sempre sobrecarregados. O problema é que o governo elabora o PCCS e não cumpre", reclamaram os trabalhadores.
Deu na imprensa
Servidores da Saúde decidem por indicativo de greve
Os servidores públicos estaduais da saúde realizam hoje em Mossoró assembleia para discutir o indicativo de greve. Os servidores da saúde afirmam que há seis meses não recebem reajuste salarial, como previsto pelo Plano de Cargos, Carreira e Salários da categoria. Os profissionais querem o reajuste salarial do salário-base de 45,5%.
Hoje, um auxiliar de enfermagem em início de carreira ganha R$ 350,00 - composto por insalubridade e gratificações. "A posição do Estado foi de não negociar; estamos sem aumento esse tempo todo", afirma o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Mossoró (SINDISAUDE), João Morais.
Em Natal, a greve dos médicos evoluiu e realiza uma série de paralisações, fechando suas portas e não realizando nenhum tipo de atendimento. Em dezembro do ano passado, os servidores reivindicavam um aumento de 45%. Após negociações, uma emenda na Assembleia Legislativa concedeu um reajuste de 12%, vetado há dez dias pela governadora Wilma de Faria.
Fonte: Jornal de Fato - 25/02/2010
Deu na imprensa
Os servidores estaduais da saúde decidiram ontem iniciar greve a partir do dia 1º de março em Mossoró. A definição acompanhou a decisão aprovada na terça-feira passada, em Natal, pelo Sindicato dos Servidores Estaduais da Saúde (SINDISAÚDE).
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Transparência
SINDSAÚDE REGIONAL DE MOSSORÓ
ENTRADAS
Saldo Anterior - 285,15
Repasse da PMM - 2.574,29
Repasse da Estadual - 10.999,50
Total - 13.858,94
Despesas Operacionais
Salário de Funcionário - 697,70
Assessoria de Comunicação - 697,50
Assessoria Jurídica - 930,00
Conta de Luz - 81,44
Telefone (fixo, celular e cartão) - 100,00
Consórcio Residencial Eldorado - 1.047,91
Carimbos e Cópias - 50,00
Tarifas Bancárias - 209,94
TOTAL: 3.814,49
Despesas com Mobilização e Formação
Serviço de terceiro (mototaxi) - 200,00
Serviço Prestado ao Sindicato (Faxinas) - 200,00
Gaseta do Oeste 1ª parcela - 95,00
Compra de Material p/ festa em Governador - 346,00
Despesas da Festa em Governador (despesas) - 458,00
Documentos enviados a Janduís - 10,00
Pagamento de Desconto Indevido de Gratificação - 246,00
Pagamento de produtividade de João Morais - 220,00
Despesas com a Festa de Natal do Servidor - 4.431,00
Transporte a Serviço do Sindicato - 3.260,00
TOTAL - 9.466,00
RECEITAS - 13.858,94
DESPESAS - 13.280,49
SALDO - 578,45
Cruzaram os braços
A assembleia que definiu a paralisação foi realizada no Hospital Regional Tarcísio Maia e reuniu cerca de 50 trabalhadores. A greve ocorre nos hospitais Rafael Fernandes e Tarcísio Maia, no Banco de Leite, no Laboratório de Citopatologia, no Larem e Unicat, órgão que distribui remédios de alta complexidade.
Os servidores estaduais da saúde estão revoltados com o governo de Wilma de Farias (PSB) por causa do não atendimento às reivindicações salariais da categoria. Segundo João Morais, diretor do Sindisaúde em Mossoró, os salários estão sendo tratados com muito desrespeito. A tabela salarial do Plano de Cargos tem como referência o salário mínimo de 2006, no valor de R$ 350,00.
"Atualmente o salário inicial para o nível médio é de R$ 530,00 e para o nível superior é de R$ 1.300,00," explica João Morais. "O que reivindicamos é um salário base de R$ 772,00 para o nível médio e de R$ 1.530,00 para o superior. Mas o governo não está fazendo nada para nos atender, simplesmente não se manifesta. Já houve várias tentativas de diálogo da nossa parte.", afirma.
João Morais ainda disse que em dezembro do ano passado foi aprovada uma emenda que permitiria um reajuste de 12%, mas a governadora nem isso aceitou. Entretanto, a categoria reivindica um aumento de 45% para repor as perdas salariais acumuladas em quatro anos. Além do reajuste, a pauta da greve reivindica também a realização de concurso público, o retorno do Adicional de Insalubridade e melhores condições de trabalho e atendimento para a população.
“Em todos esses anos, Wilma de Farias só tem piorado as condições de vida e trabalho dos servidores da saúde. Diante disso, a greve é a única saída para os trabalhadores enfrentarem o governo e arrancarem suas conquistas. Mas não é só isso. É preciso construir uma greve forte, que unifique todas as categorias dos níveis elementar, médio e superior.”, defende João Morais.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Enquete sobre as Tropas da ONU no Haiti

sábado, 13 de fevereiro de 2010
Carnaval
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Saúde Pública
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
S.O.S Haiti
Sindicato dos metalúrgicos de São José lança video sobre a ocupação do Haiti
A equipe de comunicação do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos mais uma vez presta um serviço maravilhoso a todos os ativistas e militantes do país ao editar o vídeo “Fora tropas brasileiras do Haiti”. O vídeo é de 2008 e embora seja anterior ao terremoto que arrasou com o país segue sendo muito educativo.
Assista!