terça-feira, 11 de julho de 2017

Apodi: Sindsaúde promove ato contra fechamento do Hospital, população organiza passeata



Na manhã desta terça-feira 11 de julho ocorreu uma manifestação espontânea em frente ao Hospital Hélio Morais Marinho. Trabalhadoras e trabalhadores da saúde, estudantes e populares se reuniram em protesto contra o fechamento do hospital regional de Apodi e contra a TAC 138/2017 – acordo do governo Robinson com o Ministério Público que prevê o fechamento de sete hospitais públicos no interior do RN em até 120 dias.

O ato foi apenas um ensaio, e a população de Apodi já prepara uma grande passeata unificando trabalhadores e estudantes para esta quarta-feira, com concentração em frente ao Hospital de Apodi a partir das 09h.

Seguir na luta em defesa dos hospitais regionais

Robinson Faria ficará lembrado para a história como o governo que mais atacou e fechou os hospitais públicos no Rio Grande do Norte. Ele nunca escondeu suas intenções: dos 23 hospitais regionais, o governo só teria intenção de manter oito. Não bastando o fechamento do Hospital da Polícia e Hospital da Mulher em Mossoró no ano passado; o governo busca amparo no Judiciário para programar um “cronograma de desativação” para fechar os  hospitais regionais de Acari, Angicos, Apodi, Canguaretama, Caraúbas, João Câmara e São Paulo do Potengi .

O Sindsaúde é contrário a quaisquer medidas que expressem cortes na saúde pública e nos investimentos sociais. Rejeitamos quaisquer medidas neoliberais de sucateamento, fechamento e privatização do serviço público. Somos a favor da ampliação do Sistema Único de Saúde 100% estatal e gratuito, e estaremos em luta permanente contra o fechamento dos hospitais regionais e quaisquer outros retrocessos implementados pelos governos de plantão.

Abaixo a TAC 138/2017!
Contra o fechamento dos hospitais regionais: nenhum hospital a menos!
Fora Robinson! Fora Temer! Fora Todos Eles!


Veja as fotos do protesto:



segunda-feira, 10 de julho de 2017

Governo do RN promete fechar sete hospitais regionais em até 120 dias


Em acordo firmado com Ministério Público, Governo Robinson promete implementar “cronograma de desativação” para fechar hospitais regionais de Acari, Angicos, Apodi, Canguaretama, Caraúbas, João Câmara e São Paulo do Potengi - em até 120 dias. 

O governo Robinson ataca novamente os hospitais regionais do Rio Grande do Norte. Repetindo o trajeto que levou ao fechamento do Hospital da Mulher em 2016, o Governo negocia com o Judiciário autorização para desativar os Hospitais Regionais, ou senão alguma forma de parar de investir recursos nestes, como a municipalização (que também significaria o fechamento, pois os municípios são entes federados com ainda menos recursos que o Estado).

Em Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre o Ministério Público e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o Estado “demonstrou descumprir, em todos os seus hospitais regionais e unidades de saúde, as normas laborais referentes à proteção da saúde, segurança e higiene dos profissionais que neles laboram”. Ao assumir sua responsabilidade sobre o caos generalizado que se encontra a saúde pública do Estado do RN, o Governo deveria atuar para melhorar e investir recursos nos locais em que o orçamento está escasso. Muito pelo contrário, o Governo está utilizando seu próprio descaso para com a saúde pública como um argumento para desativar sete hospitais regionais no interior do Estado!

Tomar as ruas em defesa dos hospitais regionais

Os diferentes níveis de governo tem uma característica comum: todos sucateiam os serviços públicos e cortam os poucos direitos do povo pobre. A política de fechamento dos hospitais regionais é parte do receituário neoliberal que quer fazer a classe trabalhadora pagar pela crise. Saúde pública, educação, moradia, etc. não são prioridades para estes governos: por um outro lado o governo toma como prioridade máxima o pagamento de juros da dívida pública aos banqueiros – que consome mais da metade do orçamento nacional.      
      

No final de 2016, o Governo também ameaçou fechar ou municipalizar o Hospital de Apodi em até 30 dias. A população, que não havia esquecido do fechamento recente do Hospital da Polícia e do Hospital da Mulher, tomou as ruas de Apodi em uma manifestação massiva convocada pelo Sindsaúde que fez o governo desconversar. De lá para cá, o governo deu uma trégua, mas voltou com tudo para cumprir sua missão de fechar os hospitais regionais do interior. O Sindsaúde Mossoró se mantém firme na defesa do SUS por nenhum hospital a menos. Seguiremos lutando lado-a-lado com a população indignada, em defesa da saúde pública e dos direitos da população.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Chapa 1 vence eleições regionais do Sindsaúde Mossoró


Depois de dois dias de movimentação intensa na sede do sindicato e nos locais de trabalho da saúde pública, encerrou-se o processo eleitoral do Sindsaúde – Regional de Mossoró. A apuração confirmou que por 802 votos a 420, a Chapa 1 – Sindicato Somos Nós, Nossa Força, Nossa Voz – venceu a Chapa 2 – Sindicato para Todos! – com uma maioria de 65%. Votaram na eleição sindical 1242 trabalhadoras e trabalhadores da saúde, representando cerca de 60% de toda a categoria associada, o que demonstra uma ampla participação da base neste processo.


Confira a tabela com os dados da apuração: 



Confira as fotos do momento da apuração:


Cinco mesas coletoras contabilizaram os votos das 18 urnas 

Em cada mesa participou um(a) escrutinador(a) e fiscal de cada chapa concorrente


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Eleições do Sindsaúde Mossoró seguem nesta quinta-feira

Mais de 600 servidores votaram nesta quarta 05/07. Coleta de votos segue nesta quinta-feira.

As eleições do Sindsaúde Mossoró seguem nesta quinta envolvendo toda a categoria. Mais de 600 sócias e sócios do sindicato já votaram nas 18 urnas localizadas nos locais de trabalho da saúde em Mossoró e em todo oeste potiguar. A coleta de votos segue nesta quinta-feira, o dia inteiro, visando atingir o quórum de 1073 votos para validar o processo eleitoral.

É fundamental que todas e todos filiados participem deste evento da democracia sindical. Os sócios podem votar na sede do Sindsaúde Mossoró, nos hospitais regionais, bem como em alguns locais de trabalho. Não deixe de votar!

Confira os locais de votação:

URNA 1: Sede do Sindsaúde Mossoró
URNA 2: Hospital Rafael Fernandes
URNA 3: Hemocentro
URNA 4: Hospital Regional de Assú
URNA 05: Hospital Regional Tarcísio Maia
URNA 06: Hospital Regional Tarcísio Maia
URNA 07: UBS Jucuri-Felipe Guerra/Hospital Regional de Apodi/Hospital Regional de Caraúbas
URNA 08: Campo Grande/ Triunfo Potiguar/ Janduís
URNA 09: Hospital Regional de Angicos/Hospital Regional de Areia Branca
URNA 10: Maísa/Grossos
URNA 11: UBS Pintos - Vignt Rosado - Ilha de Santa Luzia - Alto da Pelonha
URNA 12: UBS Walfredo Gurgel – Teimosos – Dom Jaime – Liberdade II – Nova Vida
URNA 13: UBS Inocoop – Alameda – Liberdade I – Bom Jesus – Sumaré
URNA 14: Banco de Leite/Citohistopatologia/UBS CCE/ PAM/AMI/CEO-PAM Odontológico
URNA 15: UBS Quixabeirinha – Ouro Negro – Boa Vista / Ambulatório Hospital da Polícia
URNA 16: UBS Pereiros – CAPS AD – Alto da Conceição – Lagoa do Mato – Belo Horizonte
URNA 17: UBS Estrada da Raiz – Santo Antônio – Barrocas Sinharinha Borges – Barrocas Dr. Ildone Cavalcante / UPA Santo Antônio
URNA 18: UBS Abolição II – Abolição III – Abolição IV – Santa Delmira – Redenção / URSAP-UNICAT

Confira os registros fotográficos das eleições sindicais:


segunda-feira, 3 de julho de 2017

II Descida do Alto marca greve geral em Mossoró

Servidores da saúde em greve participam da II Descida do Alto contra as Reformas

Na tarde desta sexta-feira 30 de junho ocorreu a II Descida do Alto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Nem mesmo a forte chuva foi capaz de dispersar os manifestantes, que marcharam rumo à praça do PAX reivindicando o arquivamento definitivo das reformas e a saída do governo Temer e de todos os corruptos do Congresso. O protesto unificou dezenas de sindicais, além de entidades do movimento popular e estudantil. Além de Mossoró, ocorreram manifestações e greves políticas em centenas de cidades do país.

Apesar do dia de lutas ter sido convocado enquanto a segunda Greve Geral, importantes centrais sindicais como Força Sindical e UGT desmobilizaram na última semana, transformando a Greve Geral em uma proposta estéril de “Junho de Lutas”. A dispersão ocorreu pois estas centrais já estão negociando as reformas com o governo Temer. A CUT, por sua vez, não denunciou a manobra das centrais sindicais, preferindo construir atos por “Diretas Já” – tirando o foco da luta contra as reformas.


Apesar das condutas das direções de esvaziar as lutas, a CSP-CONLUTAS compreende que existe uma tremenda indignação popular com o Governo Temer e este Congresso corrupto. Mancha, dirigente nacional da CSP-CONLUTAS, afirma que:

“Para nós, não há espaço para conversas com este governo moribundo, que não tem como continuar no poder, se seguirmos com a mobilização dos trabalhadores. Aqueles que pensavam que o dia 30 seria fraco estão vendo as notícias que chegam do País inteiro. As centrais que vacilaram no último momento na construção da Greve Geral cometeram um grande equívoco. Hoje é mais um recado para o governo e mais um recado para todas as centrais sindicais, de que não podemos negociar com este governo e que nenhuma medida provisória vinda do Temer vai atender os nossos interesses. Precisamos avançar com nossa luta”.

Confira o álbum de fotos da Greve Geral em Mossoró:


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Falta de transporte do Hemocentro impede a realização de cirurgias eletivas

Geladeiras de sangue do Hemocentro estão vazias por falta de exames 

O problema não é a falta de doações, é a falta de transporte que impede a realização dos exames necessários


Alerta para a saúde pública de Mossoró e região: as doações de sangue do Hemocentro não estão podendo ser liberadas. A carência de condições de transporte está impedindo que o sangue doado seja encaminhado até o Hemonorte, em Natal, para a realização da sorologia – procedimento que verifica se o sangue está saudável e pode ser encaminhado para transfusão. A situação levou ao cancelamento de todas as cirurgias cardíacas eletivas bem como ao atraso dos procedimentos cirúrgicos nos hospitais de Mossoró e região.

No presente caso, a falta de combustível dos carros do Hemocentro inviabiliza o transporte das amostras de sangue até Natal. O sangue não pode ser examinado, e portanto não pode ser liberado. Sem as condições de trabalho adequadas no Hemocentro, a saúde pública e também a privada sai prejudicada, pondo vidas humanas em risco.

Por estes e outros motivos, a saúde estadual estará entrando em greve no dia 30 (mesmo dia da Greve Geral contra as Reformas da Previdência e Trabalhista). O Sindsaúde Mossoró exige a regularização da prestação do serviço do Hemocentro, com o abastecimento dos seus veículos e a imediata transferência das amostras de sangue estocadas para a realização dos exames necessários no Hemonorte, em Natal - para que o sangue estocado possa ser liberado para a urgência/emergência e demais cirurgias eletivas.

Acesse aqui o Boletim do Sindsaúde Mossoró

O Sindsaúde Mossoró - a partir de sua assessoria de comunicação - visa pautar a temática da saúde pública sob a ótica da classe trabalhadora, para dialogar com profissionais da saúde e com a sociedade potiguar como um todo. Neste sentido, apresenta o Boletim de Balanço da Gestão, relembrando ''uma trajetória de lutas e conquistas.

Acesse aqui o Boletim do Sindsaúde - Regional de Mossoró:


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Eleições regionais do Sindsaúde Mossoró vão ocorrer nos dias 5 e 6 de julho



Durante os dias 05 e 06 de julho, o Sindsaúde Mossoró estará realizando suas eleições para a nova direção regional referente ao triênio 2017-2020. Duas chapas estão concorrendo pela condução do sindicato. As servidoras e servidores da saúde já estão sentindo o clima de campanha no local de trabalho. Todos associados tem direito ao voto.

A CHAPA 1, intitulada “Sindicato Somos Nós, Nossa Força, Nossa Voz” é formada por
  1. João Morais (aux. de saúde no Hospital Tarcísio Maia);
  2. Jussirene Maria (téc. de enfermagem no Hemocentro); 
  3. Rita Alves (téc. de enfermagem no Hospital Tarcísio Maia);
  4. Polianna Oliveira (assistente social no Hsopital Regional de Assú); 
  5. Raimundo Leitão (téc. de Raio-X no Hospital Regional de Apodi);
  6. Luizão Nascimento (auxiliar de saúde no Hospital Rafael Fernandes);
  7. Regina Célia (Agente de Saúde na UBS Dr. José Holanda). 

A CHAPA 2, chamada “Sindicato Para Todos” é formada por:
  1. Aldiclesio Maia (téc. de enfermagem no Hospital Tarcísio Maia)
  2. Luzia Bessa (enfermeira no Hospital Tarcísio Maia)
  3. Francisca Etelvina (téc. de enfermagem no Hospital Regional de Apodi)
  4. Antônia Glória (téc. de enfermagem no Hospital Regional de Assú)
  5. Francisca Valdenir (Téc. de enfermagem e Assistente da Saúde no Hospital Regional de Caraúbas)
  6. Jaqueline Pereira (aux. de saúde bucal no Centro de Saúde de Janduís)
  7. Manoel Ribeiro (aux. de saúde no Hospital Tarcísio Maia).

Serão dezoito urnas ao todo - sendo seis fixas e as demais itinerantes - espalhadas nos hospitais públicos, unidades básicas de saúde, e locais de trabalho com maior número de associados ao sindicato. Além disso, várias urnas móveis viajarão por dezenas de municípios da II URSAP.

Trabalhadora e trabalhador associado ao Sindsaúde de Mossoró e região, não deixe de participar! Nos dias 05 e 06 de julho, mostre sua voz e participe deste importante evento da nossa democracia sindical.


Prestação de contas do Sindsaúde Mossoró de 2016 disponível para consulta



Um sindicato democrático é aquele que é controlado de perto pela base. Isto inclui, além da realização de assembleias, que a direção forneça acesso de todos os dados referentes às contas do sindicato, para que as trabalhadoras e trabalhadores saibam para onde está indo o dinheiro descontado todo mês em seu salário. A prestação de contas sempre foi pública, e disponível para quem quiser em nossa sede própria. Para avançar ainda na transparência e na democracia, estamos disponibilizando para consulta on-line toda a Prestação de Contas referente ao ano de 2016.

 Acesse a Prestação de Contas do Sindsaúde Mossoró de 2016 aqui:






terça-feira, 13 de junho de 2017

Servidores ameaçados de exoneração conquistam permanência em seus cargos


Na manhã da segunda-feira 12/06, uma audiência na Justiça pôs fim ao drama dos mais de trezentos servidores da saúde que ingressaram sub judice após o concurso de 2010, e que estavam sob ameaça de exoneração. Esta é uma grande vitória de todas servidoras e servidores da saúde pública do RN. A exoneração destes servidores, em um momento que os profissionais já sofrem sobrecarga de trabalho, instauraria um caos ainda maior na saúde pública do Estado.

 O Sindsaúde Mossoró assumiu a batalha contra a ameaça de exoneração destes servidores enquanto uma luta em defesa da saúde pública do nosso Estado – e neste sentido colocou toda sua estrutura em defesa destes servidores. Encarregou-se dos processos judiciais, inseriu o tema no debate público, e ofereceu a infraestrutura necessária para as diversas viagens realizadas nesta luta (como para a recepção do governador em Apodi e as várias reuniões em Natal).

Devemos comemorar o resultado favorável aos profissionais ameaçados e à toda saúde pública do Rio Grande do Norte. E reconhecer a importância da organização dos trabalhadores junto sindicato: um instrumento de luta forjado por todos nós, que organiza as trabalhadoras e trabalhadores para mostrar que juntos, temos força, temos vez e temos voz.
João Morais, diretor regional do Sindsaúde Mossoró,participa de audiência com servidores exoneráveis em Natal-RN

Jussirene, diretora regional do Sindsaúde, reúne-se com Robinson Faria em Apodi para negociar saída para exoneráveis




quarta-feira, 31 de maio de 2017

Sindsaúde promove ato em defesa do Hospital Rafael Fernandes



Na manhã desta terça-feira 30 de maio, o Sindsaúde-RN promoveu ato em defesa do Hospital Rafael Fernandes. A atividade denunciou a suspensão dos atendimentos na unidade, causada pela carência de médicos em pelo menos vinte dias do mês. Participaram da mobilização trabalhadoras e trabalhadores do hospital, pacientes, a direção regional de Mossoró - representada por João Morais e Jussirene - e a direção estadual do Sindsaúde-RN - representada por Rosália Fernandes e Lúcia.

O Hospital Rafael Fernandes é o único centro de saúde para tratamento de doenças infecto-contagiosas de Mossoró e oeste potiguar. Portanto, cumpre uma função essencial que não pode ser substituída por nenhuma outra unidade hospitalar, sob risco de epidemia. Entretanto, o que está acontecendo é que pacientes com doenças como tuberculose, meningite, etc. estão buscando atendimento e se deparando com portas fechadas, por conta da suspensão de atendimentos.

Negligenciar o atendimento de pacientes com doenças infecto-contagiosas é atentar contra a saúde pública da sociedade mossoroense. Além disso, o povo potiguar não aceita mais sucateamento e fechamento de unidades hospitalares. Em Mossoró, o governo Robinson já mentiu e atacou o povo pobre, ao fechar o Hospital da Polícia e o Hospital da Mulher. E muitos servidores da saúde - oriundos destas unidades e que hoje trabalharam no Hospital Rafael Fernandes - temem já ter visto este filme antes.

O Sindsaúde denuncia a postura neoliberal dos governos de sucateamento e privatização do serviço público. Exigimos a regularização da escala médica plantonista, com fins a garantir a plena capacidade de atendimento do Hospital Rafael Fernandes, bem como o abastecimento de insumos necessários e a garantia das adequadas condições de trabalho para os funcionários da unidade.

domingo, 21 de maio de 2017

Hospital Rafael Fernandes suspende novos atendimentos

Servidores temem o fechamento da unidade


O Hospital Rafael Fernandes suspendeu novos atendimentos e está recusando admissões.  A medida está em vigor desde o início do mês de maio, e foi motivada pela carência de médicos plantonistas: a escala médica está incompleta durante 20 (dias) deste mês de maio.

O Hospital Rafael Fernandes é a referência no tratamento de doenças infectocontagiosas no oeste potiguar. É o único hospital habilitado para este tipo de casos, cumprindo uma função essencial para Mossoró e região.

Muitos dos profissionais trabalhadoras e trabalhadores do Hospital Rafael Fernandes já são oriundos do Hospital da Mulher, fechado definitivamente  em 2016 pelo Governo Robinson, após o fechamento do Hospital da Polícia - outro ataque à população mossoroense. E muitos procuram o sindicato e temem estar “vendo o futuro repetir o passado”.

Neste sentido, convocamos um Ato em defesa do Hospital Rafael Fernandes, na terça-feira dia 30 de maio de 2017, a partir das 9h. Vamos lutar em defesa deste hospital - patrimônio do povo potiguar - do Sistema Único de Saúde; e contra a política neoliberal do governo Robinson (e também do Governo Temer) de sucatear e privatizar o serviço público.