Manifestação em Brasília reúne mais de
20 mil pessoas e realiza beijaço contra Feliciano
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Mobilização nacional
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Governo ajuda os patrões e ataca o bolso dos trabalhadores
APESAR DE DESONERAÇÃO, CUSTO DA CESTA
BÁSICA AUMENTOU
Uma pesquisa de preços feita pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em
18 capitais brasileiras mostrou que em 16 delas o preço dos alimentos sofreu
elevação no mês de março.
O anúncio da alta da cesta básica
acontece um mês após a Presidente Dilma conceder um pacote de desoneração de
impostos a 18 itens de consumo básico. Dentre eles, apenas os preços da carne,
manteiga, café, açúcar e óleo de cozinha caíram, na maioria das cidades
pesquisadas pelo Dieese. Contudo, segundo economistas, as quedas não chegam nem
à metade do que deveria ser, caso o repasse fosse integral.
Entretanto, a alta afeta outros itens da
cesta, que já não pagavam impostos. É o caso do feijão e do tomate, cujas altas
anularam a pequena queda de preço dos produtos desonerados. A cesta mais cara
do país continuou sendo a de São Paulo, com o valor de R$ 336,26, sendo 2,96%
maior que o custo de fevereiro e 23,06% do valor de um ano atrás.
A mais barata foi a de Aracaju, onde se
paga R$ 245,94 pela cesta, valor 3,16% maior em relação a fevereiro. As únicas
capitais onde a cesta ficou mais barata foi Florianópolis, no valor de R$
307,37, com queda de 2,25% e Natal, ao custo de R$ 279,24, uma queda de 1,42%.
Inflação é maior para quem ganha menos
Para trabalhadores que ganham até 2,5
salários mínimos, o peso da inflação dos alimentos é ainda maior. Isso acontece
porque os preços dos alimentos adquiridos pelos consumidores com renda mais
baixa dispararam.
Em 12 meses, a inflação de alimentos e
bebidas, medida pela Fundação Getúlio Vargas, foi de 8,1% para famílias com
renda mensal de até R$ 830. No mesmo período, a inflação de alimentos e bebidas
para famílias com renda superior a R$ 10.375 acumulou 6,6%.
“A alta da inflação volta a afetar os
trabalhadores. Ao invés de conceder desoneração de impostos aos patrões, a
presidente Dilma precisa tomar medidas que beneficiem de fato os trabalhadores,
que são cada vez mais prejudicados pela alta dos preços”, avalia o diretor do
Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Edson Alves da Cruz.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de São
José dos Campos
terça-feira, 9 de abril de 2013
Dia Mundial da Saúde
TRABALHADORES PROTESTAM EM DEFESA DA
SAÚDE PÚBLICA DO RN
A saúde pública no Rio Grande do Norte
está em um de seus piores momentos. Hospitais sem estrutura, profissionais
sobrecarregados e sem condições de trabalho, pacientes nos corredores, crise no
atendimento infantil e nas maternidades. Um caos que só demonstra o desrespeito
e o descaso dos governos. Não há o que comemorar. O Dia Mundial da Saúde só
pode ser um dia de luta.
Por isso, o Sindsaúde/RN se uniu ao
Fórum Norte-Riograndense em Defesa do SUS e Contra as Privatizações, além de outras
entidades, para realizar um ato público em frente à Assembleia Legislativa. A defesa
da saúde pública foi o tema do protesto na tarde desta terça-feira (dia 9), em
Natal. Caravanas de servidores da saúde de todo o Estado vieram para somar
forças. O Sindsaúde de Mossoró marcou presença nesta luta.
O protesto mostrou que os trabalhadores
pretendem unificar as lutas de todos os movimentos contra a política do governo
federal, estados e municípios de destruição do SUS, de privatização da saúde e
da vida.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Deu na imprensa
ENTIDADES RELATAM PROBLEMAS NA SAÚDE
A data de hoje, 7, marca o Dia Mundial
da Saúde. Definido há mais de 60 anos, pela Organização Mundial da Saúde (OMS),
o dia foi escolhido para lembrar o direito do cidadão a esse direito básico e a
obrigação do Estado em sua promoção.
Como este ano a data cai em um domingo,
no Brasil, o tema será lembrado na próxima terça-feira, 9. No Rio Grande do
Norte, será realizado um ato público. A mobilização acontecerá em Natal, a
partir das 14h, em frente à Assembleia Legislativa. Às 15h, haverá uma
audiência pública, que terá como tema ‘Direitos Humanos e Saúde’.
Uma caravana de Mossoró, formada por
representantes da Frente Municipal contra a Privatização da Saúde, participará
das atividades. A Frente é composta pelas seguintes entidades: Sindicato dos
Trabalhadores Federais em Saúde, Previdência e Trabalho (SINDPREVS), Sindicato
dos Trabalhadores da Saúde (SINDSAÚDE), Grupo Aprendendo a Viver Positivamente
(GAV +) e Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), através da
Faculdade de Serviço Social (FASSO).
Pacientes a espera de leitos, hospitais
com corredores congestionados, familiares sofrendo com a angústia de não poder
ajudar um ente querido, unidades que se tornaram defasadas para atender a
demanda dos municípios e mesmo um hospital novo marcado por impasses que
prejudicam o atendimento adequado à população, desenham um quadro que impede
qualquer tipo de comemoração pela passagem da data no Estado, a exemplo do que
acontece em outros locais do País.
“Não há motivos para comemoração”,
lembra o coordenador regional do Sindsaúde, João Morais. “Recentemente, uma
criança veio a óbito esperando por um leito, saiu na imprensa. Pacientes nos
hospitais, nos corredores, falta de maca. Isso é uma vergonha para os governos.
Nas unidades de saúde chega a faltar medicamento, esparadrapo, soro.
Infelizmente não temos o que comemorar”, diz ele.
O coordenador também cita o atraso no
pagamento dos funcionários terceirizados, por parte do Governo do Estado, as
obras que se arrastam ao longo do tempo, como é o caso da ampliação do Hospital
Regional Tarcísio Maia (HRTM) e da reforma do Hospital Regional Rafael
Fernandes, cujos trabalhos foram iniciados há um ano e seis meses e a
terceirização da saúde, com exemplo no Hospital da Mulher Parteira Maria
Correia.
Outro ponto precário mencionado por João
Morais diz respeito a quantidade de agentes comunitários de saúde. Segundo ele,
o projeto existente no ano de 2006 previa a atuação de 530 agentes. Hoje, sete
anos depois, o número de profissionais em campo segundo dados do Sindsaúde, é
388.
Agente comunitária de saúde, Antônia
Gessia acrescenta que os usuários do sistema reclamam muito. Segundo ela, uma
das dificuldades é em relação a realização de exames de alta complexidade, como
tomografia e ressonância magnética, pelos quais os usuários chegam a esperar
até um ou dois anos.
Marcos Fontes, que integra a Frente como
representante do GAV +, cita ainda o caso da Unidade de Pronto Atendimento
(UPA) do bairro Belo Horizonte, que foi inaugurada no ano passado, mas que
ainda não está em funcionamento. “Se a atenção primária não funciona é muito
complicado, porque vai cair na urgência e emergência e não resolve”, afirma.
Os integrantes da Frente lembram que
muitos são os pontos críticos, entre eles, a saúde materno-infantil e a
assistência preventiva.
Para a professora de Serviço Social
(FASSO) da Uern, dra. Aione Sousa, cujo trabalho de doutorado foi baseado na
análise da saúde em Mossoró, o problema não está na falta de dinheiro, mas no
destino da aplicação dos recursos. O trabalho, intitulado ‘As relações entre o
público e o privado na saúde de Mossoró’, constatou, através da análise de
relatórios do próprio Estado, que os recursos empreendidos no ano de 2011 para
o Hospital da Mulher, superaram a soma dos valores destinados aos outros três
hospitais públicos da cidade – Tarcísio Maia, Rafael Fernandes e Hospital da
Polícia, no mesmo período. “Eu vi que a maior parte vai para a contratação de
serviço”, informa a docente.
Marcos Fontes acredita que, além de
prever metas e prazos, a elaboração do Pacto pela Saúde deveria contar,
implicitamente, com formas de penalidades caso as metas previstas não fossem
alcançadas.
Com o objetivo de colaborar com a
melhoria no sistema de saúde, a Frente está tentando se organizar, formalizando
denúncias. Para Aione Sousa, o papel da imprensa é de grande importância, no
sentido de deixar a população a par do que está ocorrendo, porque cada pessoa
sabe do seu caso específico, mas não, muitas vezes, conhecimento sobre a
situação geral.
A reportagem da GAZETA DO OESTE entrou
em contato com a Secretaria Municipal de Saúde para saber quais as providências
que estão sendo adotadas para solucionar os problemas que competem ao
município. De acordo com a responsável pela Secretaria, Jacqueline Amaral, no
começo do ano foi realiza licitação e quando o resultado foi divulgado teve
início um processo de compras. Segundo ela, uma pessoa responsável pelo assunto
está visitando todas as unidades para saber quais as necessidades e as Unidades
Básicas de Saúde (UBSs) estão funcionando.
No que se refere à demora na realização
de procedimentos médicos, ela afirma que, quando isso acontece é porque o
número de especialistas na rede não é suficiente, mas quando há profissionais,
o município realiza a contratação. Segundo a Secretaria, Mossoró é referência,
em nível de Nordeste, em traumatologia e os atendimentos de ortopedia são
realizados no Centro Clínico Professor Vingt-un Rosado (PAM do Bom Jardim).
Com relação à marcação de exames,
Jacqueline Amaral diz que foi realizada uma reunião com a nova gerência
responsável e que a orientação é de que as marcações sejam realizadas assim que
for encerrada a consulta. Segundo ela, antes havia demora porque essa marcação
era realizada somente uma vez por semana.
Já no que diz respeito ao número de
agentes, a secretária comenta que, como Mossoró é uma cidade que cresce muito a
demanda pelo Programa Saúde da Família (PSF) é grande, a questão será observada
para sanar o problema das áreas descobertas.
A reportagem da GAZETA DO OESTE também
entrou em contato com a Secretaria de Saúde Pública do Estado (SESAP), através
da assessoria de comunicação, que ficou de enviar resposta por e-mail. Até o
horário do fechamento desta edição, no entanto, nenhuma resposta havia sido encaminhada.
Fonte: Gazeta do Oeste – 05/04/2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
Deu na imprensa
Sindicato dos Trabalhadores da Saúde
denuncia falta de agentes comunitários e de combate a endemias
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| João Morais (Sindsaúde) |
"A Lei Municipal de 2006 que criou
os cargos de agente comunitário de saúde e agente de endemias diz que, nesse
ano, seriam necessários 530 agentes comunitários e 170 agentes de endemias para
atender satisfatoriamente à cidade. No entanto, atualmente, o município conta
somente 388 agentes comunitários e 119 agentes de endemias. Ou seja, o número
não chegou nem ao que seria necessário no ano de 2006", afirma o
coordenador regional do Sindsaúde/RN, João Morais.
O sindicalista ainda afirma que os
servidores estão trabalhando mais do que deveriam e não são recompensados
financeiramente por isto. "O Plano de Cargos diz que a carga horária
desses trabalhadores é de 30 horas semanais. No entanto, eles estão trabalhando
40 horas e não estão recebendo por essas horas extras. Há um mês os servidores
trabalharam 30 horas e tiveram seus salários descontados", explica o
coordenador regional do Sindsaúde.
Segundo João Morais, essas
reivindicações já foram repassadas à Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM).
"Tivemos audiência no dia 26 de fevereiro e eles ficaram de nos dar uma
resposta até o dia 14 de março. No entanto, ainda não recebemos nenhum
retorno", diz. Os trabalhadores da Saúde irão se reunir no dia 9 de abril
para discutir as reivindicações.
"Precisamos de um retorno porque é
necessário que se convoque, com urgência, os aprovados no último concurso, que
já vai vencer no mês de maio. A quantidade atual de profissionais é
insuficiente para atender o município. A consequência da situação é que toda a
zona rural e 11 áreas da zona urbana estão descobertas dos trabalhos dos
agentes de endemias.
O coordenador regional do Sindsaúde
ainda destaca que na próxima semana será feita uma denúncia na Procuradoria com
relação aos itens de trabalho dos agentes. "O fardamento está incompleto e
os servidores não estão recebendo protetores solar e labial", esclarece.
A assessoria da Secretaria Municipal da
Saúde explica que a Procuradoria do Município pediu mais prazo para analisar as
reivindicações dos servidores porque não deu tempo julgar a pauta. "A
Procuradoria ficou de avaliar e retornar para a secretaria. Acreditamos que
antes da assembleia dos servidores já tenha acontecido a reunião com o
sindicato", conclui.
Fonte: O Mossoroense – 27/03/2013
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Saúde no Estado
HOSPITAL DA MULHER EM MOSSORÓ PROVA QUE
PRIVATIZAÇÃO É PREJUÍZO
O Hospital da Mulher Parteira Maria
Correa, em Mossoró, vive uma situação dramática. Os funcionários, que são
terceirizados, como médicos, enfermeiros e técnicos, ainda não receberam o
salário de fevereiro. Os materiais já estão quase acabando e, no dia 16 de
março, a UTI Neonatal foi fechada porque os profissionais se recusam a
trabalhar sem receber.
Ao contrário do que dizem os governos, a
privatização só traz prejuízos. Tanto para os trabalhadores e a população, como
para os cofres públicos. O hospital foi todo montado com recursos do próprio
Estado, mas o governo Rosalba Ciarlini (DEM) entregou a administração para
empresas em 2012. De lá pra cá, duas organizações privadas já estiveram à
frente da unidade de saúde.
A Associação Marca deixou a gestão do
hospital depois de causar um rombo de R$ 8,4 milhões. Auditoria do Tribunal de
Contas do Estado detectou fraudes em contratos e nos repasses dos recursos do
governo. Um escandaloso caso de corrupção. Agora, a história se repete com o
Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase), Segunda a
administrar o hospital.
Em março deste ano, o Ministério Público
Estadual protocolou na justiça uma ação civil pública pedindo que o Inase deixe
a gestão do hospital e que o governo assuma o controle de tudo em 30 dias. O MP
aponta fraude na licitação e superfaturamento de contratos. A situação do
Hospital da Mulher prova que a privatização é sinônimo de corrupção e que o
governo enriquece empresários às custas do sofrimento do povo e dos
trabalhadores.
Desde o início, o Sindsaúde de Mossoró
foi contra a privatização do hospital, que entregou a empresas terceirizadas a
gestão da unidade. O sindicato sempre reivindicou a convocação de todos
aprovados nos concursos públicos e que o governo assumisse o controle, sem
transferir dinheiro do Estado para terceiros.
Mas a governadora não respeita a saúde
pública nem os trabalhadores. Por isso, o Sindsaúde continua na luta pelo fim
da terceirização e por uma saúde 100% pública, estatal e de qualidade. O sindicato
dará continuidade à campanha pela estatização do hospital e convocação dos
concursados.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Denúncia!
EM MOSSORÓ, JUNTA MÉDICA DO IPERN NÃO
ESTÁ FUNCIONANDO
A Junta Médica do IPERN em Mossoró não
está funcionando. A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) mandou retirar todos os médicos.
Agora, o servidor que precisar de uma licença médica vai ter de ir até Natal ou
Pau dos Ferros. Por conta própria. É a Rosa só pensando em matar o trabalhador.
terça-feira, 19 de março de 2013
Deu na imprensa: vídeo
Agentes de saúde protestam em frente à Prefeitura de
Mossoró
Fonte: Portal da TCM - 15/03/2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Absurdo!
Prefeito de Governador Dix-Sept Rosado
ainda não pagou salário de dezembro dos agentes de endemias
No município de Governador Dix-Sept
Rosado, o prefeito Anaximandro Rodrigues (DEM) ainda não pagou o salário de
dezembro de 2012 dos agentes de endemias. Um completo desrespeito com um
direito básico. O Sindsaúde de Mossoró visitou a cidade para mobilizar os
trabalhadores e já acionou a assessoria jurídica para mover uma ação contra a
Prefeitura. Os agentes deram entrada nesta sexta-feira, dia 15.
![]() |
| Sindsaúde de Mossoró visitou agentes e deu entrada em ação judicial. |
Deu na imprensa
Sindsaúde cobra da PMM resposta frente
às reivindicações da classe
O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde
do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) realizou ontem, às 14h30, em frente à
Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), uma assembleia para discutir as
dificuldades enfrentadas pela classe e cobrar do Poder Executivo uma resposta à
pauta de necessidades dos trabalhadores. O encontro contou com a participação
de cerca de 150 profissionais.
Uma das principais reivindicações diz
respeito à contratação de mais agentes de saúde e de endemias, uma vez que os
que atuam na cidade são insuficientes para atender à demanda da região.
Diretor regional do Sindicato, João
Morais disse que a manifestação foi a forma encontrada para chamar a atenção
das autoridades e da sociedade para os problemas enfrentados pela categoria.
“Atualmente os agentes de saúde e
endemias trabalham 40 horas por semana, e só recebem da Prefeitura o salário
equivalente a 30h. Além disso, o número de agentes na região ainda é bastante
reduzido, dessa maneira 11 zonas da cidade estão desassistidas, e as zonas
rurais não contam com esses serviços. Para suprir a necessidade da região é
necessário que se abra concurso para convocar no mínimo 170 agentes”, explicou.
Ele ainda destaca que a classe busca o
reajuste referente à data base a algumas gratificações devidas pela Prefeitura.
A equipe de redação do jornal O
Mossoroense tentou entrar em contato com a Secretaria de Saúde do município
para saber um posicionamento sobre as questões abordadas pelos sindicalistas,
mas não obteve êxito.
Fonte: O Mossoroense – 15/03/2013
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