quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mobilização nacional

Manifestação em Brasília reúne mais de 20 mil pessoas e realiza beijaço contra Feliciano

Nesta quarta-feira (24), uma grande marcha em Brasília reuniu mais de 20 mil trabalhadores. A manifestação foi encerrada no Congresso Nacional com um ato político que contou com a presença das principais entidades organizadoras. Ao final, estudantes ligados à entidade estudantil ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes) deram um beijaço coletivo e realizaram casamentos homossexuais em protesto à presença do deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Marcha a Brasília para defender nossos direitos! Vamos todos!


Governo ajuda os patrões e ataca o bolso dos trabalhadores

APESAR DE DESONERAÇÃO, CUSTO DA CESTA BÁSICA AUMENTOU

Uma pesquisa de preços feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 18 capitais brasileiras mostrou que em 16 delas o preço dos alimentos sofreu elevação no mês de março.

O anúncio da alta da cesta básica acontece um mês após a Presidente Dilma conceder um pacote de desoneração de impostos a 18 itens de consumo básico. Dentre eles, apenas os preços da carne, manteiga, café, açúcar e óleo de cozinha caíram, na maioria das cidades pesquisadas pelo Dieese. Contudo, segundo economistas, as quedas não chegam nem à metade do que deveria ser, caso o repasse fosse integral.

Entretanto, a alta afeta outros itens da cesta, que já não pagavam impostos. É o caso do feijão e do tomate, cujas altas anularam a pequena queda de preço dos produtos desonerados. A cesta mais cara do país continuou sendo a de São Paulo, com o valor de R$ 336,26, sendo 2,96% maior que o custo de fevereiro e 23,06% do valor de um ano atrás.

A mais barata foi a de Aracaju, onde se paga R$ 245,94 pela cesta, valor 3,16% maior em relação a fevereiro. As únicas capitais onde a cesta ficou mais barata foi Florianópolis, no valor de R$ 307,37, com queda de 2,25% e Natal, ao custo de R$ 279,24, uma queda de 1,42%.

Inflação é maior para quem ganha menos
Para trabalhadores que ganham até 2,5 salários mínimos, o peso da inflação dos alimentos é ainda maior. Isso acontece porque os preços dos alimentos adquiridos pelos consumidores com renda mais baixa dispararam.

Em 12 meses, a inflação de alimentos e bebidas, medida pela Fundação Getúlio Vargas, foi de 8,1% para famílias com renda mensal de até R$ 830. No mesmo período, a inflação de alimentos e bebidas para famílias com renda superior a R$ 10.375 acumulou 6,6%.

“A alta da inflação volta a afetar os trabalhadores. Ao invés de conceder desoneração de impostos aos patrões, a presidente Dilma precisa tomar medidas que beneficiem de fato os trabalhadores, que são cada vez mais prejudicados pela alta dos preços”, avalia o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Edson Alves da Cruz.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos

terça-feira, 9 de abril de 2013

Dia Mundial da Saúde

TRABALHADORES PROTESTAM EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA DO RN

No domingo, 7 de abril, foi celebrado o Dia Mundial da Saúde. Mas o que se tem a comemorar?

A saúde pública no Rio Grande do Norte está em um de seus piores momentos. Hospitais sem estrutura, profissionais sobrecarregados e sem condições de trabalho, pacientes nos corredores, crise no atendimento infantil e nas maternidades. Um caos que só demonstra o desrespeito e o descaso dos governos. Não há o que comemorar. O Dia Mundial da Saúde só pode ser um dia de luta.

Por isso, o Sindsaúde/RN se uniu ao Fórum Norte-Riograndense em Defesa do SUS e Contra as Privatizações, além de outras entidades, para realizar um ato público em frente à Assembleia Legislativa. A defesa da saúde pública foi o tema do protesto na tarde desta terça-feira (dia 9), em Natal. Caravanas de servidores da saúde de todo o Estado vieram para somar forças. O Sindsaúde de Mossoró marcou presença nesta luta.

O protesto mostrou que os trabalhadores pretendem unificar as lutas de todos os movimentos contra a política do governo federal, estados e municípios de destruição do SUS, de privatização da saúde e da vida.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Deu na imprensa

ENTIDADES RELATAM PROBLEMAS NA SAÚDE

A data de hoje, 7, marca o Dia Mundial da Saúde. Definido há mais de 60 anos, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o dia foi escolhido para lembrar o direito do cidadão a esse direito básico e a obrigação do Estado em sua promoção.

Como este ano a data cai em um domingo, no Brasil, o tema será lembrado na próxima terça-feira, 9. No Rio Grande do Norte, será realizado um ato público. A mobilização acontecerá em Natal, a partir das 14h, em frente à Assembleia Legislativa. Às 15h, haverá uma audiência pública, que terá como tema ‘Direitos Humanos e Saúde’.

Uma caravana de Mossoró, formada por representantes da Frente Municipal contra a Privatização da Saúde, participará das atividades. A Frente é composta pelas seguintes entidades: Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Previdência e Trabalho (SINDPREVS), Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (SINDSAÚDE), Grupo Aprendendo a Viver Positivamente (GAV +) e Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), através da Faculdade de Serviço Social (FASSO).

Pacientes a espera de leitos, hospitais com corredores congestionados, familiares sofrendo com a angústia de não poder ajudar um ente querido, unidades que se tornaram defasadas para atender a demanda dos municípios e mesmo um hospital novo marcado por impasses que prejudicam o atendimento adequado à população, desenham um quadro que impede qualquer tipo de comemoração pela passagem da data no Estado, a exemplo do que acontece em outros locais do País.

“Não há motivos para comemoração”, lembra o coordenador regional do Sindsaúde, João Morais. “Recentemente, uma criança veio a óbito esperando por um leito, saiu na imprensa. Pacientes nos hospitais, nos corredores, falta de maca. Isso é uma vergonha para os governos. Nas unidades de saúde chega a faltar medicamento, esparadrapo, soro. Infelizmente não temos o que comemorar”, diz ele.

O coordenador também cita o atraso no pagamento dos funcionários terceirizados, por parte do Governo do Estado, as obras que se arrastam ao longo do tempo, como é o caso da ampliação do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e da reforma do Hospital Regional Rafael Fernandes, cujos trabalhos foram iniciados há um ano e seis meses e a terceirização da saúde, com exemplo no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

Outro ponto precário mencionado por João Morais diz respeito a quantidade de agentes comunitários de saúde. Segundo ele, o projeto existente no ano de 2006 previa a atuação de 530 agentes. Hoje, sete anos depois, o número de profissionais em campo segundo dados do Sindsaúde, é 388.

Agente comunitária de saúde, Antônia Gessia acrescenta que os usuários do sistema reclamam muito. Segundo ela, uma das dificuldades é em relação a realização de exames de alta complexidade, como tomografia e ressonância magnética, pelos quais os usuários chegam a esperar até um ou dois anos.

Marcos Fontes, que integra a Frente como representante do GAV +, cita ainda o caso da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte, que foi inaugurada no ano passado, mas que ainda não está em funcionamento. “Se a atenção primária não funciona é muito complicado, porque vai cair na urgência e emergência e não resolve”, afirma.

Os integrantes da Frente lembram que muitos são os pontos críticos, entre eles, a saúde materno-infantil e a assistência preventiva.

Para a professora de Serviço Social (FASSO) da Uern, dra. Aione Sousa, cujo trabalho de doutorado foi baseado na análise da saúde em Mossoró, o problema não está na falta de dinheiro, mas no destino da aplicação dos recursos. O trabalho, intitulado ‘As relações entre o público e o privado na saúde de Mossoró’, constatou, através da análise de relatórios do próprio Estado, que os recursos empreendidos no ano de 2011 para o Hospital da Mulher, superaram a soma dos valores destinados aos outros três hospitais públicos da cidade – Tarcísio Maia, Rafael Fernandes e Hospital da Polícia, no mesmo período. “Eu vi que a maior parte vai para a contratação de serviço”, informa a docente.

Marcos Fontes acredita que, além de prever metas e prazos, a elaboração do Pacto pela Saúde deveria contar, implicitamente, com formas de penalidades caso as metas previstas não fossem alcançadas.
Com o objetivo de colaborar com a melhoria no sistema de saúde, a Frente está tentando se organizar, formalizando denúncias. Para Aione Sousa, o papel da imprensa é de grande importância, no sentido de deixar a população a par do que está ocorrendo, porque cada pessoa sabe do seu caso específico, mas não, muitas vezes, conhecimento sobre a situação geral.

A reportagem da GAZETA DO OESTE entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde para saber quais as providências que estão sendo adotadas para solucionar os problemas que competem ao município. De acordo com a responsável pela Secretaria, Jacqueline Amaral, no começo do ano foi realiza licitação e quando o resultado foi divulgado teve início um processo de compras. Segundo ela, uma pessoa responsável pelo assunto está visitando todas as unidades para saber quais as necessidades e as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão funcionando.

No que se refere à demora na realização de procedimentos médicos, ela afirma que, quando isso acontece é porque o número de especialistas na rede não é suficiente, mas quando há profissionais, o município realiza a contratação. Segundo a Secretaria, Mossoró é referência, em nível de Nordeste, em traumatologia e os atendimentos de ortopedia são realizados no Centro Clínico Professor Vingt-un Rosado (PAM do Bom Jardim).

Com relação à marcação de exames, Jacqueline Amaral diz que foi realizada uma reunião com a nova gerência responsável e que a orientação é de que as marcações sejam realizadas assim que for encerrada a consulta. Segundo ela, antes havia demora porque essa marcação era realizada somente uma vez por semana.

Já no que diz respeito ao número de agentes, a secretária comenta que, como Mossoró é uma cidade que cresce muito a demanda pelo Programa Saúde da Família (PSF) é grande, a questão será observada para sanar o problema das áreas descobertas.

A reportagem da GAZETA DO OESTE também entrou em contato com a Secretaria de Saúde Pública do Estado (SESAP), através da assessoria de comunicação, que ficou de enviar resposta por e-mail. Até o horário do fechamento desta edição, no entanto, nenhuma resposta havia sido encaminhada.

Fonte: Gazeta do Oeste – 05/04/2013

quarta-feira, 27 de março de 2013

Deu na imprensa

Sindicato dos Trabalhadores da Saúde denuncia falta de agentes comunitários e de combate a endemias

João Morais (Sindsaúde)
O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Estado do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) denuncia a falta de profissionais para o trabalho de agente comunitário de saúde e agente de combate a endemias. Segundo a entidade, isso gera dúvida na prevenção de doenças e explora os profissionais com sobrecarga de horas de trabalho.

"A Lei Municipal de 2006 que criou os cargos de agente comunitário de saúde e agente de endemias diz que, nesse ano, seriam necessários 530 agentes comunitários e 170 agentes de endemias para atender satisfatoriamente à cidade. No entanto, atualmente, o município conta somente 388 agentes comunitários e 119 agentes de endemias. Ou seja, o número não chegou nem ao que seria necessário no ano de 2006", afirma o coordenador regional do Sindsaúde/RN, João Morais.

O sindicalista ainda afirma que os servidores estão trabalhando mais do que deveriam e não são recompensados financeiramente por isto. "O Plano de Cargos diz que a carga horária desses trabalhadores é de 30 horas semanais. No entanto, eles estão trabalhando 40 horas e não estão recebendo por essas horas extras. Há um mês os servidores trabalharam 30 horas e tiveram seus salários descontados", explica o coordenador regional do Sindsaúde.

Segundo João Morais, essas reivindicações já foram repassadas à Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM). "Tivemos audiência no dia 26 de fevereiro e eles ficaram de nos dar uma resposta até o dia 14 de março. No entanto, ainda não recebemos nenhum retorno", diz. Os trabalhadores da Saúde irão se reunir no dia 9 de abril para discutir as reivindicações.

"Precisamos de um retorno porque é necessário que se convoque, com urgência, os aprovados no último concurso, que já vai vencer no mês de maio. A quantidade atual de profissionais é insuficiente para atender o município. A consequência da situação é que toda a zona rural e 11 áreas da zona urbana estão descobertas dos trabalhos dos agentes de endemias.

O coordenador regional do Sindsaúde ainda destaca que na próxima semana será feita uma denúncia na Procuradoria com relação aos itens de trabalho dos agentes. "O fardamento está incompleto e os servidores não estão recebendo protetores solar e labial", esclarece.

A assessoria da Secretaria Municipal da Saúde explica que a Procuradoria do Município pediu mais prazo para analisar as reivindicações dos servidores porque não deu tempo julgar a pauta. "A Procuradoria ficou de avaliar e retornar para a secretaria. Acreditamos que antes da assembleia dos servidores já tenha acontecido a reunião com o sindicato", conclui.

Fonte: O Mossoroense – 27/03/2013

segunda-feira, 25 de março de 2013

Saúde no Estado

HOSPITAL DA MULHER EM MOSSORÓ PROVA QUE PRIVATIZAÇÃO É PREJUÍZO

O Hospital da Mulher Parteira Maria Correa, em Mossoró, vive uma situação dramática. Os funcionários, que são terceirizados, como médicos, enfermeiros e técnicos, ainda não receberam o salário de fevereiro. Os materiais já estão quase acabando e, no dia 16 de março, a UTI Neonatal foi fechada porque os profissionais se recusam a trabalhar sem receber.

Ao contrário do que dizem os governos, a privatização só traz prejuízos. Tanto para os trabalhadores e a população, como para os cofres públicos. O hospital foi todo montado com recursos do próprio Estado, mas o governo Rosalba Ciarlini (DEM) entregou a administração para empresas em 2012. De lá pra cá, duas organizações privadas já estiveram à frente da unidade de saúde.

A Associação Marca deixou a gestão do hospital depois de causar um rombo de R$ 8,4 milhões. Auditoria do Tribunal de Contas do Estado detectou fraudes em contratos e nos repasses dos recursos do governo. Um escandaloso caso de corrupção. Agora, a história se repete com o Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase), Segunda a administrar o hospital.

Em março deste ano, o Ministério Público Estadual protocolou na justiça uma ação civil pública pedindo que o Inase deixe a gestão do hospital e que o governo assuma o controle de tudo em 30 dias. O MP aponta fraude na licitação e superfaturamento de contratos. A situação do Hospital da Mulher prova que a privatização é sinônimo de corrupção e que o governo enriquece empresários às custas do sofrimento do povo e dos trabalhadores.

Desde o início, o Sindsaúde de Mossoró foi contra a privatização do hospital, que entregou a empresas terceirizadas a gestão da unidade. O sindicato sempre reivindicou a convocação de todos aprovados nos concursos públicos e que o governo assumisse o controle, sem transferir dinheiro do Estado para terceiros.

Mas a governadora não respeita a saúde pública nem os trabalhadores. Por isso, o Sindsaúde continua na luta pelo fim da terceirização e por uma saúde 100% pública, estatal e de qualidade. O sindicato dará continuidade à campanha pela estatização do hospital e convocação dos concursados.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Denúncia!

EM MOSSORÓ, JUNTA MÉDICA DO IPERN NÃO ESTÁ FUNCIONANDO

A Junta Médica do IPERN em Mossoró não está funcionando. A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) mandou retirar todos os médicos. Agora, o servidor que precisar de uma licença médica vai ter de ir até Natal ou Pau dos Ferros. Por conta própria. É a Rosa só pensando em matar o trabalhador.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Absurdo!

Prefeito de Governador Dix-Sept Rosado ainda não pagou salário de dezembro dos agentes de endemias

No município de Governador Dix-Sept Rosado, o prefeito Anaximandro Rodrigues (DEM) ainda não pagou o salário de dezembro de 2012 dos agentes de endemias. Um completo desrespeito com um direito básico. O Sindsaúde de Mossoró visitou a cidade para mobilizar os trabalhadores e já acionou a assessoria jurídica para mover uma ação contra a Prefeitura. Os agentes deram entrada nesta sexta-feira, dia 15.

Sindsaúde de Mossoró visitou agentes e deu entrada em ação judicial.

Deu na imprensa

Sindsaúde cobra da PMM resposta frente às reivindicações da classe

O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) realizou ontem, às 14h30, em frente à Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), uma assembleia para discutir as dificuldades enfrentadas pela classe e cobrar do Poder Executivo uma resposta à pauta de necessidades dos trabalhadores. O encontro contou com a participação de cerca de 150 profissionais.

Uma das principais reivindicações diz respeito à contratação de mais agentes de saúde e de endemias, uma vez que os que atuam na cidade são insuficientes para atender à demanda da região.

Diretor regional do Sindicato, João Morais disse que a manifestação foi a forma encontrada para chamar a atenção das autoridades e da sociedade para os problemas enfrentados pela categoria.

“Atualmente os agentes de saúde e endemias trabalham 40 horas por semana, e só recebem da Prefeitura o salário equivalente a 30h. Além disso, o número de agentes na região ainda é bastante reduzido, dessa maneira 11 zonas da cidade estão desassistidas, e as zonas rurais não contam com esses serviços. Para suprir a necessidade da região é necessário que se abra concurso para convocar no mínimo 170 agentes”, explicou.

Ele ainda destaca que a classe busca o reajuste referente à data base a algumas gratificações devidas pela Prefeitura.

A equipe de redação do jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com a Secretaria de Saúde do município para saber um posicionamento sobre as questões abordadas pelos sindicalistas, mas não obteve êxito.

Fonte: O Mossoroense – 15/03/2013