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sexta-feira, 22 de março de 2019

Parada nacional contra a Reforma da Previdência reúne cerca de mil pessoas em Mossoró



Pelo menos outras 120 cidades brasileiras sediaram protestos neste 22 de março contra a proposta de Reforma da Previdência de Bolsonaro


Na manhã desta sexta-feira 22 de março mais de mil pessoas tomaram as ruas de Mossoró contra a Reforma da Previdência de Bolsonaro. O ato foi organizado pelas centrais sindicais CUT, CTB, CSP-CONLUTAS, Intersindical, UGT, bem como pela Frente Brasil Popular e Fórum dos Servidores Públicos do Oeste Potiguar. Mossoró se somou à pelo menos outras 120 cidades em todo o Brasil, que também sediaram protestos contra a polêmica PEC 06/2019.

A programação começou logo cedo: já as 06h petroleiros e ativistas do movimento sindical promoveram uma ‘blitz educativa’ na entrada da Base 34 da Petrobras. Após a parada dos petroleiros, os presentes se direcionaram à concentração da manifestação, que estava marcada para as 08h em frente ao INSS do Aeroporto. Desde a concentração, os sindicatos marcaram presenças com faixas criticando a proposta do governo, em um ato que reunia trabalhadoras e trabalhadores do setor público e privado das mais diversas categorias. Estiveram presentes também estudantes, trabalhadores rurais e mulheres do movimento feminista.

A marcha seguiu pela Avenida Felipe Camarão em direção ao Centro. O ato ainda contou com uma parada em frente à Câmara dos Vereadores de Mossoró, ocasião em que foi realizado um desagravo público contra a postura da casa em reprimir a sindicalista Marleide Cunha (declarada persona non grata apenas por expressar a insatisfação de sua categoria com o governo Rosalba e os vereadores governistas). A manifestação expressou críticas a todos os níveis de governo: as pessoas presentes se colocavam contra o governo Bolsonaro (PSL) e sua reforma da Previdência; grevistas da saúde reivindicavam do governo Fátima (PT) o pagamento dos salários atrasados de 2017 e 2018; e servidores e servidoras municipais expressavam profunda insatisfação com a gestão Rosalba Ciarlini e o parlamento municipal.

O ato terminou seu trajeto na praça do PAX, ocasião em que representantes das centrais sindicais, Frente Brasil Popular e Fórum dos Servidores do Oeste Potiguar – que organizaram o protesto em conjunto – realizaram seus discursos de encerramento. As entidades prometeram não parar de pressionar os parlamentares, e que caso o governo insista na pauta, afirmam que uma nova greve geral (tal como aquela que ocorreu no 28 de abril de 2017) não está descartada.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

19/02: Movimentos sociais marcham contra a Reforma da Previdência em Mossoró


No dia 19/02, as centrais sindicais, em unidade com o Fórum dos Servidores Públicos do Oeste Potiguar e a Frente Brasil Popular, organizaram uma marcha contra a Reforma da Previdência, como parte da programação do dia nacional de luta contra a PEC 287 em Mossoró. Manifestantes se concentraram em diversos pontos da cidade, e somaram-se em uma manifestação que saiu do INSS no bairro aeroporto e seguiu até a praça do PAX.
A marcha contou com adesão de diversas categorias, que decidiram através de assembleias construir a mobilização. Participaram servidores da saúde, professores, docentes da UERN, servidores públicos municipais, funcionários do INSS, técnicos-administrativos da UFERSA, bem como estudantes e populares. Em uníssono, deram seu recado aos parlamentares do RN: “se votar [a favor da reforma], não volta!”

Após a instauração da intervenção militar no Rio, a reforma está temporariamente fora de pauta. O Fórum dos Servidores do Oeste Potiguar clama para que a população se mantenha atenta as manobras do governo, dispondo-se a convocar uma nova greve geral caso o governo venha a votar a medida repudiada pela ampla maioria do povo brasileiro.




Veja o vídeo da manifestação passando ao lado da Praça do Relógio:



terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Servidores do Tarcísio Maia completam 40 dias de greve



Com o lema "Servidor sem salário em dia, Natal de panela vazia", grevistas do Hospital Tarcísio Maia paralisaram os serviços e realizaram um ato público nas portas do HRTM, na tarde da sexta-feira 22/12. Em plena véspera de Natal, a maioria dos servidores da saúde não receberam sequer o salário de novembro, quiçá o décimo-terceiro salário. O governo Robinson faz milhares de famílias do Rio Grande do Norte passar o Natal e as festas sem salário, de panela vazia, enquanto o povo pobre sofre à míngua com as carências dos hospitais públicos.
Queremos justiça! Queremos salário em dia, e também queremos uma saúde pública digna para usuários e funcionários!

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

05/12: Fórum dos Servidores do Oeste Potiguar na luta contra as reformas



Na manhã deste dia 05/12 o Fórum dos Servidores do Oeste Potiguar promoveu três atos públicos em distintos locais da cidade. As mobilizações tiveram como objetivo alertar à população da intenção do governo de votar a Reforma da Previdência ainda esse mês, o que vai aumentar o tempo mínimo de contribuição e colocar severas limitações ao direito de aposentadoria.
A mobilização começou as 07h no INSS, com um ato seguido de café da manhã. Servidores do INSS, além de grevistas da saúde, DETRAN e EMATER discursaram para as trabalhadoras e trabalhadores presentes, alertando para os malefícios da proposta do governo.
As 09h, uma caravana de servidores seguiu para o ato-assembleia dos servidores da UFERSA que estava ocorrendo naquele momento, no Centro de Convivência. Marcou-se um momento de solidariedade entre as diferentes categorias, unidas por uma mesma luta comum em defesa da aposentadoria.
As 10h, a caravana do Fórum dos Servidores seguiu para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde o dia de luta se encerrou com um ato junto dos servidores do HRTM em greve há 22 dias. Somaram-se à mobilização representantes do SINTE, SINDPETRO e da Marcha Mundial das Mulheres.
Nacionalmente, as centrais sindicais marcaram a greve nacional para este dia 05/12. Porém, de última hora, desmarcaram o dia de luta, dando mais fôlego para o governo Temer. Exceção seja feita CSP-CONLUTAS, CTB e INTERSINDICAL que disseram não ao recuo e seguiram a agenda de mobilizações, inclusive em Mossoró. Saudamos a todas as organizações que não recuaram nesta grande batalha contra a Reforma da Previdência, batalha que a classe trabalhadora trava com tanto vigor.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

II Descida do Alto marca greve geral em Mossoró

Servidores da saúde em greve participam da II Descida do Alto contra as Reformas

Na tarde desta sexta-feira 30 de junho ocorreu a II Descida do Alto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Nem mesmo a forte chuva foi capaz de dispersar os manifestantes, que marcharam rumo à praça do PAX reivindicando o arquivamento definitivo das reformas e a saída do governo Temer e de todos os corruptos do Congresso. O protesto unificou dezenas de sindicais, além de entidades do movimento popular e estudantil. Além de Mossoró, ocorreram manifestações e greves políticas em centenas de cidades do país.

Apesar do dia de lutas ter sido convocado enquanto a segunda Greve Geral, importantes centrais sindicais como Força Sindical e UGT desmobilizaram na última semana, transformando a Greve Geral em uma proposta estéril de “Junho de Lutas”. A dispersão ocorreu pois estas centrais já estão negociando as reformas com o governo Temer. A CUT, por sua vez, não denunciou a manobra das centrais sindicais, preferindo construir atos por “Diretas Já” – tirando o foco da luta contra as reformas.


Apesar das condutas das direções de esvaziar as lutas, a CSP-CONLUTAS compreende que existe uma tremenda indignação popular com o Governo Temer e este Congresso corrupto. Mancha, dirigente nacional da CSP-CONLUTAS, afirma que:

“Para nós, não há espaço para conversas com este governo moribundo, que não tem como continuar no poder, se seguirmos com a mobilização dos trabalhadores. Aqueles que pensavam que o dia 30 seria fraco estão vendo as notícias que chegam do País inteiro. As centrais que vacilaram no último momento na construção da Greve Geral cometeram um grande equívoco. Hoje é mais um recado para o governo e mais um recado para todas as centrais sindicais, de que não podemos negociar com este governo e que nenhuma medida provisória vinda do Temer vai atender os nossos interesses. Precisamos avançar com nossa luta”.

Confira o álbum de fotos da Greve Geral em Mossoró:


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Acesse aqui o Boletim do Sindsaúde Mossoró

O Sindsaúde Mossoró - a partir de sua assessoria de comunicação - visa pautar a temática da saúde pública sob a ótica da classe trabalhadora, para dialogar com profissionais da saúde e com a sociedade potiguar como um todo. Neste sentido, apresenta o Boletim de Balanço da Gestão, relembrando ''uma trajetória de lutas e conquistas.

Acesse aqui o Boletim do Sindsaúde - Regional de Mossoró:


sábado, 13 de maio de 2017

Triunfo Potiguar: Servidores marcham à prefeitura em defesa do pagamento de dezembro

Fotos por Agnaldo Gondim

Na manhã desta sexta-feira 12 de maio, os servidores de Triunfo Potiguar marcharam pelas ruas da cidade, em defesa de seu salário do mês de dezembro de 2016, que ainda não foi pago pela atual prefeita Lucia Estevam (PSD). Trabalhadores da saúde também reivindicam o cumprimento do Plano de Cargos, Carreiras e Salários - que apesar de já ser lei desde 2016, ainda não foi implementado. Uma fanfarra animou os manifestantes e acompanhou o protesto, que saiu da Câmara Municipal de Triunfo Potiguar e terminou na porta da prefeitura. Caso a prefeita não pague o salário de dezembro, os servidores discutem entrar em greve.





quarta-feira, 19 de abril de 2017

Servidores da Saúde aprovam adesão à Greve Geral dia 28/04



Na manhã desta quarta-feira 19/04, trabalhadoras e trabalhadores da saúde de Mossoró e região aprovaram por unanimidade adesão à Greve Geral convocada pelas centrais sindicais neste 28/04. A greve tem um caráter político, demonstrando oposição da classe trabalhadora de todo o Brasil à Reforma da Previdência. A assembleia também deliberou engrossar as fileiras do ato unificado convocado pelo Fórum dos Servidores do Oeste Potiguar. A manifestação sairá as 15 horas, com concentração em frente à Igreja do Alto São Manoel.

Eleições sindicais
A Assembleia também deu largada ao processo de eleições sindicais, com a escolha dos nomes para a Comissão Eleitoral. Aprovou-se, por ampla maioria, os nomes de Maurício, Nadjane e Paixão - representando as três categorias que compõem o Sindsaúde Mossoró: servidores estaduais, agentes de saúde e agentes de endemias. A Comissão Eleitoral iniciará os trabalhos para redigir o Edital de Convocação para inscrição das chapas.






quarta-feira, 8 de março de 2017

8 de Março: Mulheres de Mossoró tomam as ruas contra a Reforma da Previdência




Na manhã deste 08 de Março, as mulheres não se calaram e ocuparam as ruas do Centro de Mossoró em uma grande marcha para protestar contra Temer, Robinson e todos eles que atacam nosso direitos. Em Mossoró e em todo o Brasil ocorre o 8 de Março das mulheres contra a Reforma da Previdência. A mudança nas regras da aposentadoria, além de  ser uma grande ameaça das elites contra os direitos da classe trabalhadora, ataca sobretudo as mulheres, que vão ter de trabalhar bem mais para se aposentar. Confira aqui como Temer quer que você trabalhe até morrer.

8 de Março é reconhecido historicamente como o Dia Internacional da Mulher.  Nesta data é rememorada e celebrada a luta pelos direitos da mulher e a emancipação feminina, e conta com atos públicos e grandes mobilizações em todo o Mundo. 

O Sindsaúde e a CSP-CONLUTAS constroem essas mobilizações, defendendo os direitos das mulheres, e a necessidade da unificação dos movimentos para construir a greve geral. É cada vez mais necessário parar o Brasil para derrotar a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista, o ajuste fiscal antipopular, e derrubar toda a classe política que ataque as mulheres, a classe trabalhadora e os poucos direitos do povo pobre deste país.

Confira aqui os registros do ato:

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Solidariedade à greve dos guardas municipais de Mossoró



O Sindsaúde Mossoró vem por meio desta nota expressar solidariedade ao movimento paredista dos guardas municipais de Mossoró. A greve é necessária,  por salário e por direitos, e é um exemplo para todo o funcionalismo público. 

Não são apenas os guardas ou os servidores de Mossoró que estão trabalhando sem receber salários em dia. O problema é geral, afeta os servidores de outros municípios e também do Estado. Além disso, o governo e o Congresso discutem bombas contra os trabalhadores, como a reforma da Previdência, a reforma Trabalhista, e aprovam o novo regime fiscal (ex-PEC 55), que congela investimentos sociais em saúde e educação, mas reserva mais da metade da receita para banqueiros e grandes empresários na forma da dívida pública. É cada dia mais necessária a construção da greve geral, e pressionarmos a CUT, CTB e outras centrais para chamar um grande dia de luta.

Fora Girão foi um grito que unificou o ato público dos guardas municipais em greve que ocorreu ontém 02/02. Repudiamos, junto com entidades sindicais de todo o Brasil, as declarações antidemocráticas do ex-general e atual secretário de segurança pública de Mossoró Eliéser Girão. O atual secretário é um inimigo das organizações da classe trabalhadora, e culpa os sindicatos pelos problemas que os próprios governos criam. Esta ideologia é herança da linha dura da ditadura militar, responsável pela tortura e morte de milhares de ativistas operários e defensores dos direitos políticos e sociais. Esta velharia deve ser jogada na lata de lixo da história.

Os guardas municipais, com sua atitude compreenderam a situação nacional. Entra governo e sai governo, os discursos são os mesmos, e a classe trabalhadora continua sendo atacada. Os governos continuam fazendo a classe trabalhadora pagar pela crise. Por isso dizemos Fora Temer e Fora Todos eles que atacam os trabalhadores. 


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Nota de repúdio às declarações antidemocráticas do Secretário de Segurança de Mossoró Eliéser Girão



É espantosa a disseminação na sociedade de discursos perversos que buscam desacreditar, responsabilizar e criminalizar sindicatos e movimentos sociais. Estes discursos visam criar um ambiente tranquilo para, de um lado, retirar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e, de outro, aumentar os lucros do capital nacional e internacional.


Recentemente, a fala do secretário de Segurança Pública, Defesa Civil e Mobilidade Urbana de Mossoró/RN, o Sr. Eliéser Girão (General do Exército), que acusa as atitudes sindicais de “nos levarem a situação de hoje, um país que está sem ordem, tentando retornar o progresso”, é digna de veemente repúdio de todas as organizações sindicais e movimentos sociais. Isto porque as palavras do secretário, não são isoladas, elas representam a síntese de um movimento coordenado difundido pelo pensamento conservador e repressivo que visa impor ainda mais a desconstrução dos direitos sociais com reflexo nas lutas protagonizadas pelos sindicatos.



Em vista disso, diversas organizações sindicais representativas dos trabalhadores e trabalhadoras (Centrais Sindicais, Confederações, Federações e Sindicatos) repudiam as atitudes antissindicais do Secretário Eliéser Girão, bem como prestam solidariedade ao SINDGUARDAS, que tem enfrentado o autoritarismo e o desrespeito na negociação da greve dos guardas municipais de Mossoró.



Para concluir, reafirmamos que os sindicatos lutam para defender princípios constitucionais no sentido de construir uma sociedade livre, justa e solidária. Exigimos uma retratação do Secretário Eliéser Girão e conclamamos a uma luta pela superação do aparato regimental proveniente dos porões da ditadura militar porque a nossa luta é pela democracia e por respeito à dignidade humana.

Assinam esta nota:
·      Central Única dos Trabalhadores – CUT
·      Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/RN
·      Central Sindical Popular – Conlutas
·      Central da Classe Trabalhadora – Intersindical
·      Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE
·      Confederação Nacional do Comércio, Bens e Serviço – CONTRACS
·      Confederação Nacional dos Metalúrgicos – CNM
·      Federação dos Trabalhadores no Comércio de Bens e Serviços do RN – Fetracs/RN
·      Federação Interestadual dos Metalúrgicos do Nordeste – Fimetal/RN
·      Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró – Sindiserpum
·      Sindicato da Guarda Municipal do RN – Sindguardas/RN
·      Sindimetal Mossoró e Região
·      Sindicato dos Empregados do Comércio Hoteleiro de Mossoró e Região Oeste do RN – Sindhoteleiros
·      Sindicato dos Empregados do Comércio de Mossoró e Médio Oeste do RN – Secom
·      Sindicato dos Trabalhadores em Laboratórios e Saúde Privada de Mossoró – Sintrahpan
·      Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras – Sindipetro/RN
·      Sindicato dos Trabalhadores Federais em Previdência, Saúde e Trabalho do RN – Sindprevs núcleo de Mossoró e região
·      Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Rio Grande do Norte – SINTE – regional de Mossoró
·      Sindicato dos Bancários de Mossoró e Região
·      Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Estado do Rio Grande do Norte – Sindsaúde
·      Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN – Sinai
·      Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – Aduern

·      Fórum dos Servidores Públicos do Rio Grande do Norte – Seção Mossoró".

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Nota pública do Sindsaúde-RN sobre a visita do governador à Mossoró



Sindsaúde repudia declarações feitas pelo analista político Daniel Menezes sobre visita do governador a Mossoró e do ato realizado no Tarcísio Maia 

O Sindicato dos Servidores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde-RN) vem à público repudiar os artigos publicados no blog ‘O Potiguar ’, de Daniel Menezes, e no site ‘AgoraRN’, nesta quinta-feira (12), acerca da visita do governador a Mossoró e do ato público realizado no hospital Tarcísio Maia.

O analista político afirma que o protesto foi articulado pela vereadora Sandra Rosado e a deputada estadual Larissa Rosado, do PMDB, com objetivo de desgastar o governo Robinson Faria (PSD).

O Sindsaúde, fundado há 25 anos, preserva sua independência política e não é marionete de ninguém. O ato público em Mossoró foi um protesto legítimo que reuniu trabalhadores da saúde, professores e alunos da UERN, sem qualquer tipo de relação com grupos políticos citados. E mesmo com a inibição do uso do carro de som por parte da polícia, não faltou voz para os trabalhadores fazerem suas denúncias.

Não é necessário incentivo ou estímulo para protestar contra o governo Robinson. Até o momento nossos salários estão atrasados. O governador fechou o Hospital da Polícia e o Hospital da Mulher e, em um ano, a quantidade de pacientes em macas no Tarcísio Maia dobrou.

Para não passar pelo protesto, o governador optou por entrar pela porta dos fundos do hospital. Só após muita pressão dos trabalhadores e do Sindsaúde, Robinson aceitou receber uma comissão composta por servidores e pelo sindicato, que entregou uma pauta de reivindicações de melhorias para a saúde pública de Mossoró e região. 

Novamente recusamos qualquer tentativa de vincular a manifestação legitima à grupos políticos, que também são responsáveis pela destruição da saúde e pelo atraso e desigualdade social do nosso estado.

Lamentamos que o blogueiro tenha deixado de se pautar pela necessária independência política, agindo como instrumento na eterna disputa entre as forças políticas da elite que se revezam no comando do poder no RN.

 

Natal, 13 de janeiro de 2017

Sindsaúde-RN
Sindicato dos Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Tomógrafo do Tarcísio Maia é uma conquista dos trabalhadores



Após mais de um ano em falta, o tomógrafo foi reinstalado no Hospital Regional Tarcísio Maia neste mês de dezembro. A reinstalação do tomógrafo foi uma necessidade da população de Mossoró e região, bem como uma reivindicação histórica dos profissionais da saúde que foi enfim atendida.

O tomógrafo foi uma conquista da luta dos trabalhadores da saúde, junto da população. Não foi um favor do governo ou de algum deputado. O Sindsaúde Mossoró sempre denunciou a situação dos hospitais públicos e do SUS em geral e cobrou melhorias às autoridades. Pelo menos desde dezembro de 2015 nosso sindicato vem batendo na tecla do tomógrafo, seja na imprensa estadual (Tribuna do Norte), seja na imprensa local (Jornal deFato), seja pelo blog do Sindsaúde Mossoró [1] e [2]. Com a publicação do “Relatório sobre a questão do Tarcísio Maia” – amplamente divulgado nos meios de comunicação, conseguimos aliados como a OAB e o Ministério Público. E não fazendo apenas denúncias, mas também chamando atos públicos para cobrar melhorias para o hospital.

Repetimos: a instalação do tomógrafo não foi um favor da classe política. O povo de Mossoró não esqueceu os crimes de Robinson Faria: o fechamento do Hospital da Polícia e do Hospital da Mulher. As melhorias que vieram para o Tarcísio Maia vieram a duras penas para o Sistema Único de Saúde do oeste potiguar como um todo. Com o congelamento das verbas da saúde promovido pelo governo Temer, e os cortes e sucateamentos promovidos pelo governo Robinson, os trabalhadores da saúde devem começar 2017 com a certeza que só a luta muda a vida, ou no mínimo, só a luta será capaz de não piorar ainda mais a precária situação que a saúde pública já se encontra.  

sábado, 28 de abril de 2012

Nacional

1º CONGRESSO DA CSP-CONLUTA TEM INÍCIO COM DELEGAÇÕES DE TODO O PAÍS

A abertura do 1º Congresso da CSP-Conlutas aconteceu nesta sexta-feira, dia 27, em Sumaré (SP). Por volta das 18h30, cerca de 1.500 pessoas já se encontravam no plenário, apesar de ainda haver delegações de vários locais do país programadas para chegar no encontro.

Entre os presentes, caravanas vindas de todo o pais, como a do Pará, que levou 56 horas para chegar no local do Congresso. Mas nem a longa viagem de ônibus desanimou os trabalhadores, que eram um dos mais animados no início da plenária.

Em nome da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Sebastião Cacau, fez uma saudação a todos os presentes. “Aqui está cada um que ajudou a construir essa ferramenta de luta da classe trabalhadora, ainda pequena, mas ativa e vigorosa”, discursou. “Vamos debater as teses, cada proposta. Democraticamente vamos votar nossas resoluções e com unidade colocar em prática um plano de lutas e organização em defesa dos direitos da classe trabalhadora”, completou.

Em seguida, falaram representantes de organizações presentes na mesa de abertura, como o líder da greve dos bombeiros do Rio de Janeiro, Benevenuto Caciolo, que levou todos a clamarem “1, 2, 3, 4, 5 mil, viva a aliança operária estudantil” defendendo a importância desse aliança.

A indígena Kaiowá-Guarani Dirce Veron, da região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, emocionou o plenário ao afirmar “eu quero dizer aqui que a gente existe, os povos indígenas existem , mas estão morrendo”. Dirce denunciou a política do governo, que alardeia proteger os índios, mas é o primeiro a massacrá-los ao não garantir a demarcação de suas terras.

Também estiveram na mesa de abertura Canindé Pegado, da UGT, Mané Melato, da Intersindical, Miguel, do PSOL, Zé Maria, do PSTU e integrantes da delegação estrangeira do Egito e Chile.

A sindicalista egípcia Fatma Ramadan reforçou a necessidade da solidariedade internacional e defendeu a necessidade das lutas. “O povo quer mudar o sistema”, ressaltou ao mencionar a recente revolução egípcia.

Na maioria das falas o destaque foi para o papel cumprido pela CSP-Conlutas no último período, à frente das lutas e na busca pela unidade de ação em defesa dos trabalhadores. Mobilizações em curso no país, como a greve na construção da hidrelétrica de Belo Monte e nas obras da Copa, foram lembradas e saudadas.

Após a mesa, foi cantada a Internacional Socialista. Delegados de várias partes do país se levantaram para entoar o hino da classe trabalhadora em todo o mundo. As atividades do dia foram encerradas com a leitura do Regimento Interno. As emendas propostas serão votadas no plenário, neste sábado.


Fonte: CSP-Conlutas

Nacional

MAIS DE 500 PESSOAS PARTICIPAM DO 1º ENCONTRO DE MULHERES DA CSP-CONLUTAS

O 1º Encontro de Mulheres da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular), realizado nesta sexta-feira 27, debateu, entre outros pontos, a importância da organização de base para as mulheres trabalhadoras. Havia 487 delegadas vindas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Pará, Alagoas, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, entre outros estados de todo país. O evento antecedeu o 1° Congresso da CSP-Conlutas cuja abertura começou às 18h30 desta sexta-feira na Estância Árvore da Vida, em Sumaré (SP).

A representante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Ana Pagamunici, também integrante do Movimento Mulheres em Luta, fez uma análise da situação de superexploração dos setores oprimidos na sociedade capitalista, a exemplo das mulheres. Ana lembrou que o Brasil governado por Dilma, primeira mulher eleita presidente em nossa história, está longe de defender políticas que atendam realmente as necessidades das mulheres. “Não basta ser mulher, é preciso ter um programa que defenda a classe trabalhadora”, disse ela, destacando que em 16 meses de governo a presidenta Dilma optou por governar para banqueiros e empresários.


No encontro, o debate expôs a realidade da classe trabalhadora hoje, na qual 56% das mulheres trabalhadoras estão no serviço público e 20% no serviço privado. Nos últimos anos, houve 120% de entrada das mulheres no mercado de trabalho. Por isso, foi discutida importância de se ter políticas para que as mulheres conquistem sua autonomia.

Ainda no debate, levantou-se a informação de que 33% das mulheres brasileiras ganham menos que os homens, mesmo cumprindo a mesma função. Além disso, são 35% nos serviços terceirizados. “Não é possível pensar
na classe trabalhadora, sem pensar nas mulheres.”, afirmou Ana Pagamunici.

Ela também ressaltou que Dilma vetou a lei que exigia a aplicação de multa às empresas que pagam salários inferiores às mulheres que cumpram a mesma função dos homens. Para Ana Pagamunici, isso ocorre por conta do machismo ainda existente na sociedade, que precisa ser combatido. Ana defendeu que essa é uma luta de homens e mulheres. “A violência contra as mulheres também precisa ser combatida, pois os índices de agressão tem sido alarmantes”, acrescentou.

A plenária contou com a
participação da estudante Daniela, da Federação Nacional dos Estudantes da Costa Rica, que apresentou a experiência das mulheres do seu país e reafirmou que a unidade de todas é fundamental para superar os ataques contra a classe trabalhadora e contra as mulheres. Também saudou o encontro a sindicalista egípcia Fátima Ramadan, que esteve à frente da luta recente dos trabalhadores egípcios.

Construção Civil
A coordenadora geral do Sindicato da Construção Civil de Belém, Deuzinha, trouxe as experiências de seu s
etor, retratando o crescimento da mão de obra feminina. “Em 2006 eram 99 mil trabalhadoras nos canteiros de obras e em 2010 já são 180 mil”, contou. O próximo passo, segundo ela, foi ocupar os espaços do sindicato e construir a Secretaria de Mulheres. Com isso, a campanha salarial da categoria incorporou todas as reivindicações das operárias. “As nossas dificuldades, como em todos os locais, é o assédio moral, sexual e o machismo. Lutamos também por escolas e hospitais. Mas é preciso combater acima de tudo, o machismo dentro dos canteiros de obras”, ponderou.

Segundo Deuzinha, as mulheres da construção civil tem atendido o chamado da CSP-Conlutas e do sindicato. “A grande vitória da nossa organização foi a participação de 46 operárias no debate de mulheres no 8 de março, e hoje estamos em sete operárias presentes no 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas”, concluiu Deuzinha. Após as falas da mesa, o debate foi aberto para o plenário que enriqueceu o encontro com a troca de experiências das mulheres trabalhadoras.

No encontro, foi aprovada uma carta com as principais demandas e desafios das mulheres para o próximo período. Além disso, foi aprovada a realização de um próximo encontro para o primeiro semestre de 2013. Em seguida foram apresentadas três teses que farão parte dos debates do 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas. Ao final, foram eleitas sete delegadas para representar o Movimento de Mulheres em Lutas no 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Movimento

CSP-CONLUTAS VAI REALIZAR 1º CONGRESSO NACIONAL EM ABRIL

De 27 a 30 de abril, em Sumaré/SP, ocorrerá o 1º Congresso Nacional da Central Sindical e Popular - Conlutas. A CSP-Conlutas é uma entidade que está sendo construída para apoiar a luta dos trabalhadores, já que a CUT passou a apoiar o governo. O 1º Congresso da CSP-Conlutas acontece no momento em que os trabalhadores da Europa estão sofrendo demissões, rebaixamentos de salários e vendo a destruição dos seus serviços públicos. A União Europeia quer que o povo pague a conta da crise que os bancos criaram.

No Brasil, a economia cresceu apenas 2,7% em 2011, mostrando que o país não está imune à crise econômica. O governo vai tomar medidas duras. Dilma é igual aos anteriores: cortou R$ 55 bilhões no orçamento; privatizou os aeroportos; está privatizando a saúde pública e pagando a dívida aos bancos.

O Congresso terá três objetivos. 1º) organizar os trabalhadores para as lutas futuras e fortalecer uma nova direção para nossa classe; 2º) buscar a união daqueles que romperam com a CUT e 3º) fortalecer o trabalho de base. A escolha de delegados do Sindsaúde de Mossoró será no dia 27 de março, às 9 horas, na sede do sindicato.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ocupação Pinheirinho

CSP-Conlutas leva ao governo federal pedido de desapropriação do Pinheirinho

Nesta segunda feira (13), o membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular), Zé Maria de Almeida, foi recebido no Palácio do Planalto pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para discutir a situação dos moradores desabrigados do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP).

Além de levar diretamente ao ministro a denúncia da violência e da violação dos direitos humanos praticados em larga escala pela PM e pelas autoridades de São Paulo, durante a desocupação do Pinheirinho, Zé Maria levou também a reivindicação dos moradores para que o Governo Federal desaproprie a área, assegurando moradia para todas as famílias no terreno de onde foram injustamente expulsas pela PM.

Zé Maria agregou que estão evidenciadas por publicações da grande imprensa, inclusive, uma série de irregularidades na documentação que comprovaria ser o especulador Naji Nahas, o proprietário do terreno, e também no próprio processo de falência.

O representante da CSP-Conlutas levou ao governo a informação de que não há nenhum indício de negociação com o governo municipal ou estadual para a concessão de moradia para as famílias, o que indica que o anúncio feito pelo governador e pelo prefeito, logo após a desocupação, não passou de uma jogada de marketing.

O ministro reiterou as críticas que o governo federal já havia tornado públicas acerca do processo de desocupação da área e ficou de encaminhar resposta à reivindicação do movimento nos próximos dias.


Fonte: CSP-Conlutas

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ocupação Pinheirinho


CSP-Conlutas lança campanha de apoio financeiro aos ex-moradores do Pinheirinho

A CSP-Conlutas e as demais entidades não vão abrir mão de exigir dos governos que garantam condições dignas para as famílias desalojadas do Pinheirinho. Entretanto, temos acompanhado a situação alarmante em que se encontram os moradores abrigados em locais sem infraestrutura. As casas dessas pessoas estão sendo demolidas com seus pertences dentro, num ato de total vandalismo e irresponsabilidade por parte da prefeitura.

Diante dos fatos, a CSP-Conlutas está lançando uma Campanha de Solidariedade Urgente ao Povo do Pinheirinho. A CSP-Conlutas Nacional centralizará as doações por meio de sua conta bancária para as entidades que queiram ajudar financeiramente. Além disso, esta campanha consistirá também na arrecadação de alimentos, roupas, remédios e material de higiene.

A Central, através de algumas entidades filiadas, já arrecadou emergencialmente até o momento cerca de R$ 50 mil, o que é muito pouco diante das necessidades dessas famílias. Por isso, é importante que todas as entidades e sindicatos filiados contribuam com a campanha financeira.

Ajuda financeira se faz necessária - Cerca de 1 mil moradores do Pinheirinho se refugiaram na igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro Colonial. Essas pessoas se deslocaram da Igreja e agora encontram-se nos abrigos da prefeitura.

Esses centros, parecidos com campos de concentração, são precários e as pessoas seguem sem informação e orientação da prefeitura. Em abrigos improvisados, como na Quadra Poliesportiva da região, não tem água para beber e nem tampouco nos banheiros existentes.

As crianças choram de fome porque o leite só é entregue pela prefeitura uma vez por dia e não é suficiente. Durante a desocupação, a população do Pinheirinho teve que sair de suas casas apenas com a roupa do corpo. Há relatos de pessoas que estão passando mal por que não tiveram tempo sequer de pegar os medicamentos de uso contínuo.

Se do Governo estadual e municipal do PSDB prevaleceram a violência, a irresponsabilidade e a omissão, vamos demonstrar que de nossa parte não faltarão ações de solidariedade.

Este povo, que neste momento caiu, poderá se levantar com a nossa ajuda!

Contribua!
Banco do Brasil
Agência: 4223-4
Conta Corrente: 8908-7
Central Sindical e Popular Conlutas

Ocupação Pinheirinho

NATAL TERÁ ATO PÚBLICO EM SOLIDARIEDADE AOS MORADORES DO PINHEIRINHO

A cidade de Natal será palco de uma manifestação pública em solidariedade aos moradores da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Eles foram expulsos de suas casas no último dia 22, numa ação de reintegração de posse coordenada pelo governo do Estado. No dia 25, em reunião na sede do Sindicato dos Bancários do RN, cerca de 70 pessoas, entre trabalhadores, ativistas de movimentos sociais e militantes de partidos de esquerda, decidiram realizar um ato público nesta terça-feira 31, às 15h30, em frente ao Campus Central do IFRN, na Avenida Salgado Filho. Dezoito entidades e organizações políticas atenderam ao encontro, a exemplo da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e diversos sindicatos.

Com o aval da prefeitura de São José dos Campos e do governo do Estado, ambos sob o comando do PSDB, a polícia militar invadiu o terreno do Pinheirinho, onde viviam mais de 6 mil pessoas desde 2004, para cumprir uma ordem de reintegração de posse determinada pela justiça estadual de São Paulo. A invasão violenta da PM causou pânico nos moradores, deixando vários feridos e até mesmo desaparecidos, segundo informações dos próprios ocupantes. Todas as casas da comunidade, com cerca 1.700 famílias, foram demolidas e o terreno entregue ao mega-especulador Naji Nahas.

A manifestação em Natal é parte de uma campanha nacional em defesa do direito à moradia das famílias do Pinheirinho. Muitos sindicatos, movimentos sociais e partidos de esquerda estão envolvidos nesta ação. Atos públicos estão ocorrendo em muitas capitais do país, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Maceió, Fortaleza, São Paulo e Brasília.

Para os participantes do movimento, o terreno é dos moradores, que há oito anos transformaram um local improdutivo num bairro e deram uma função social para o lugar, ao contrário do que pretende o proprietário Naji Nahas, que é usar a área para especulação imobiliária. Eles ainda defendem que a presidente Dilma Rousseff intervenha no conflito e desaproprie o terreno em favor das famílias que perderam suas casas.